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Atigo publicado na revista Presente! Educação, Ed, 61, Ano 16.
Autor: JAYSON MAGNO DA SILVA
! Refletindo o fazernte! Ano XVI - Nº 61 revista de educaçã
Presente! revista de educação
53 un/ago 2008
As práticas de violência, discriminação
e preconceito, vivenciadas pelos
educandos no cotidiano da escola,
têm se apresentado como um grande
desafio para os professores, equipe
gestora, comunidade escolar e pais.
Tais práticas, muitas vezes, podem
acarretar dificuldades de aprendizagens
e desencadear traumas ao longo
da vida.
Escola sem
bullying:
ressignificando as
relações humanas
Presente! revista de educação XVI - Nº 61
(...) a mudança no mundo implica a dialetização
entre a denúncia da situação desumanizante e o
anúncio de sua superação, no fundo o nosso sonho
(FREIRE, 1996, p.88).
Algumas palavras sobre bullying
Falar de bullying é falar de nossas histórias de vida. Afinal, quem nunca foi vítima, espectador ou autor de bullying? Se resgatarmos nosso histórico de vida escolar, vamos perceber que em algum momento estivemos num contexto de bullying e, ainda que não tenha deixado marcas conscientes, muitas vezes no nosso inconsciente elas estão presentes.
Comumente, vemos, no ambiente escolar, crianças, desde muito pequenas, e adolescentes, digo isso pautado nas minhas vivências em sala de aula, colocando apelidos nos colegas, criando estigmas, discriminando-os por serem obesos, negros, pertencentes a camadas sociais mais baixas, por diferirem na orientação sexual, na escolha religiosa, por pertencerem a diferentes tribos e grupos, entre outros.
Nesse cenário, para muitos educadores com um olhar descuidado, tudo isso pode parecer apenas “zueira” (palavra das nossas crianças e jovens), mas, para aqueles que sofrem bullying, isso é algo muito mais sério e, por vezes, trágico. Segundo DREYER (2005), além de causar danos cruéis, o bullying está disseminado nas escolas, e seus comportamentos característicos tendem a aumentar rapidamente com o avanço da idade dos alunos. Trabalhos internacionais têm demonstrado que a prática do bullying pode ocorrer a partir dos três anos de idade, quando a intencionalidade desses atos já pode ser observada (NETO, 2005). Os motivos que levam a esse tipo de violência são extremamente variados e estão relacionados com as experiências que cada indivíduo tem em sua família e/ou comunidade (Ibidem).
As práticas de bullying apresentam determinadas características, como comportamentos deliberados e danosos, produzidos de forma repetitiva um período prolongado de tempo contra uma mesma pessoa; mostra uma relação de desequilíbrio de poder, o que dificulta a defesa da vítima; não há motivos evidentes; acontece de forma direta, por meio de agressões físicas e verbais, e de forma indireta, por meio de agressões morais e sicológicas, caracterizando- se pela disseminação de rumores que visam à discriminação, ao preconceito e à exclusão (FANTE, 2005).
A palavra bullying é derivada do verbo inglês bully, que significa usar a superioridade física para intimidar alguém. Também tem valor de adjetivo, com o significado de “valentão” e/ou “tirano”. Não há tradução para a palavra bullying na língua portuguesa, mas, de maneira geral, ela está associada a ações como colocar apelidos, ofender, humilhar, discriminar, excluir, isolar, ignorar, intimidar, perseguir, assediar, aterrorizar, amedrontar, dominar, agredir, bater, chutar, empurrar, ferir, roubar, etc.
Mais do que um fenômeno, como defende BEAUDOIN & TAYLOR (2006), o bullying é uma cultura na escola, mas entendo que não devemos aceitá-lo como algo natural e inevitável entre os nossos jovens, nos colocando a mercê dessas práticas. Acredito que não se pode mudar a cultura em um sentido mais amplo, mas pode-se produzir um efeito local na subcultura da escola (Ibidem), de forma a proporcionar mudanças significativas nas relações no convívio escolar e social.
Das nossas inquietações
Nos últimos quatro anos, nos quais atuo na docência em escolas de ensino fundamental e ensino médio, notamos, por vezes, que alguns alunos se sentiam excessivamente intimidados quando solicitados a resolver um problema na lousa, a expor um trabalho, a apresentar um seminário, etc.
Com o passar do tempo, constatamos que esse sentimento era motivado por ser, ele ou ela, vitimizado/a pelas práticas de bullying. Começamos então a atentar para o desempenho escolar desses alunos, nos esforçando para compreender suas aprendizagens. Percebemos que muitos deles t
tinham dificuldades não só de auto-aceitação e de convivência com seus pares mas também dificuldades de aprendizagens, entre outros problemas.
Diante dessa realidade e imbuídos do nosso papel de educadores, buscamos criar situações favoráveis às aprendizagens e à formação cidadã dos indivíduos. Assim, vimos na realização de um trabalho sobre as práticas de bullying uma possibilidade para enfrentarmos o problema.
Começamos então a pesquisar e ler sobre o assunto, a fim de levantar referencial teórico que desse suporte a nossas ações - CAMACHO (2000), CANDAU (1999), CARDIA (1997), FANTE (2005), GONÇALVES & SPÓSITO (2002), OLWEUS (1993), UNESCO (2001) e na legislação vigente: Plano Nacional de Educação em Direitos Humanos (2003), Constituição Federal (1988) etc. Lemos uma série de materiais e lançamos a proposta de realizar um projeto à coordenação pedagógica da escola e aos professores das turmas nas quais lecionávamos (1º. ano do Ensino Médio Regular).
Como normalmente ocorre, nem todos os colegas professores se interessaram por tal trabalho, mas, mesmo assim, conseguimos reunir um grupo que se propôs levá-lo adiante. Dessa maneira, professores de língua estrangeira – inglês –, geografia, filosofia e matemática socializam materiais, livros e artigos e começam a escrever o projeto 1, que foi posteriormente submetido à Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas (CENP), órgão da Secretaria de Educação do Estado de São Paulo, para análise e apreciação.
Semanas após o envio do projeto a esse órgão, recebemos o parecer dos técnicos e especialistas, que avaliaram pertinente e importante um trabalho com tal temática no currículo escolar, tendo em vista as necessidades e especificidades das práticas com alunos daquela faixa etária, em sua maioria entre 16 e 18 anos. Projeto aprovado, recebemos a verba para custeá-lo. Logo, providenciamos os materiais necessários e demos início ao trabalho, que durou vinte semanas, durante o ano letivo de 2006.
1É uma palavra derivada do latim pro-jectum, que significa jato lançado para a frente. Sua característica primordial é de estar sempre lançado para além de si mesmo (JAPIASSU & MARCONDES, 1993, p.202). Na mesma linha que ALMEIDA (2000, p.86), acreditamos que o desenvolvimento de projeto visa transformar uma situação problemática em uma situação desejada, e envolve ambigüidades, soluções provisórias e variáveis. Além de envolver um processo de construção, participação, colaboração e articulação (MORAN, 1998).
2 Entendemos por “vínculo” um processo de abertura e aceitação a outra pessoa como um todo. O vínculo refere-se ao estar junto e também à realização de atividades conjuntas, impedindo o surgimento de sérios problemas entre os alunos, como as brigas, a competição, o desrespeito, ajudando-os a serem tolerantes uns com os outros, a aceitar a diversidade em sala de aula e a aproveitar o longo tempo que passam na escola (BEAUDOIN & TAYLOR, 2006, p.120).
Escrito por prof.jaysonmsilva às 10h53
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“Lições de Cidadania e Direitos
Humanos: escola sem bullying”
Nosso projeto teve um foco sobre diferentes aspectos da educação: a curiosidade, a autoconsciência, a cooperação, o vínculo 2 e o respeito pelas perspectivas daquele grupo de aproximadamente duzentos jovens.
De maneira geral, quisemos mobilizar professores, alunos, gestores e a comunidade escolar para, compreendendo o bullying, buscar respostas e oportunizar ações para combatê-lo, tendo como princípios os valores a serem promovidos em sala de aula – apreciação, colaboração, entre outros –, propiciadores de um clima de solidariedade e de respeito mútuo.
Nossa primeira ação com os educandos foi socializar com eles nossas pesquisas e propor-lhes que preparassem seminários sobre as práticas de bullying, enfocando as diversas formas de manifestação, as características, os envolvidos e as conseqüências, além de formas de combate e propostas para a escola. Procuramos, nessa primeira etapa, sensibilizá-los, levando-os a uma reflexão mais profunda sobre a temática, incitando-os a promover ações de combate ao bullying na nossa escola. No decorrer das atividades do projeto, fomos percebendo que eles estavam dispostos a colaborar com a resolução do pro blema, pois se sentiam incomodados com aquela situação, até então velada no nosso cotidiano.
Formaram-se grupos de discussão nas aulas, estes apresentavam temas relacionados ao bullying e sensibilizavam os colegas da turma. Ocorriam debates acalorados nos quais geralmente a palavra de ordem era “chega de bullying”. Nas etapas seguintes, criamos uma comunidade virtual3 no orkut4, denominada pelos envolvidos no projeto “Escola sem bullying”, a qual tornou-se um espaço para colocarem suas angústias, experiências, debaterem o assunto, comentarem os depoimentos. Concomitantemente, construímos um mural que ficou exposto para toda a comunidade escolar durante o período de um mês. Nele, todos os alunos envolvidos puderam expressar e socializar suas idéias, dúvidas, angústias, informar sobre o assunto, oportunizar, através da comunicação visual, discussões e debates.
Ao término do ano letivo, gravamos um DVD com depoimentos de alguns alunos sobre as práticas de bullying, o projeto realizado na escola, as inquietações individuais diante do assunto e planos futuros. Posteriormente, passamos a usálo em vivências de formação de professores.
3Serve para designar grupos de pessoas que se relacionam no ciberespaço através de laços sociais onde hajam interesses compartilhados, sentimento de comunidade e perenidade nas relações (RHEINGOLD, 1996, p.20). Elas podem contribuir para a mobilização dos saberes, o reconhecimento das diferentes identidades e a articulação dos pensamentos que compõem a coletividade, por isso, é possível à escola utilizá-las, levando em consideração as intervenções intencionais do professor, que podem funcionar como agente capaz de contribuir para o aprofundamento dos temas debatidos e discutidos, orientando-os e aprofundando-os (MACHADO & TIJIBOY, 2005).
4Portal que funciona como mediador social e favorece a criação de redes de relacionamentos através de espaços onde o usuário pode juntar pessoas do seu círculo de relacionamentos, conhecer outras que compartilhem os mesmos interesses e discutir temas variados, construindo diferentes elos.
Considerações finais
Ao nos propormos a trabalhar com a temática bullying em nossa escola, levamos em conta a necessidade e urgência de contextos de discussão, reflexão e ação em torno do assunto, enfatizando a cultura de paz e do respeito aos direitos fundamentais do ser humano (BRASIL, 1988) e, ainda, a valorização da troca de experiências como forma de aprendizagem, de acatamento ao pensamento e à produção do outro, instituindo uma visão solidária das relações humanas a partir do contexto da sala de aula. Mais: quisemos acomodar no mesmo patamar os papéis desenvolvidos por homens e mulheres na construção da sociedade contemporânea, com o intuito de estabelecer a igualdade entre os sexos, livre de qualquer tipo de preconceito e discriminação de gênero, de orientação sexual, racial, cultural, entre outros.
Acreditávamos ser possível encontrar caminhos para ressignificar as relações humanas, tanto no cotidiano escolar quanto na vida em sociedade, e foi o que conseguimos alcançar com nosso trabalho. /ago 2008
(...) Quando os alunos mudam, não é porque adquiriram um conhecimento intelectual sobre o respeito, mas sim porque descobriram sozinhos quais são suas preferências nos relacionamentos que têm uns com os out ros. É muito mais convincente e significativo perceber as próprias preferências do que ser informado sobre quais deveriam ser essas preferências (BEAUDOIN & TAYLOR, 2006, p.182).
Em resumo, apontamos que a maioria dos fatores que podem traçar um possível perfil das crianças e jovens envolvidos em práticas de bullying perpassa questões de auto-estima que, muitas vezes, remontam, por exemplo, a históricos de maus tratos, omissão de pais e professores, abandono familiar na primeira infância, carência afetiva.
Dessa maneira, devemos refletir sobre nosso papel enquanto educadores, nossas práticas, a relação que estabelecemos com nossos alunos e alunas, e o compromisso que temos com a educação, para que possamos tomar a iniciativa de interferir no momento adequado e de maneira adequada, facilitando as aprendizagens, num ambiente onde haja respeito mútuo, solidariedade e cooperação.
"Inúmeros alunos de todas as idades nos disseram que sua ligação com um educador, que tenham tido a chance de conhecer como pessoa, aumentou sua motivação para concluir tarefas e levou-os a nutrir uma atitude mais positiva" (BEAUDOIN & TAYLOR, 2006, p.123-124).
Defendemos que o papel da escola não é tãosomente o de “ensinar”, conforme a concepção equivocada que ainda vigora na sociedade atual, mas sim o de criar situações de aprendizagens que promovam o desenvolvimento individual e coletivo dos educandos, no e para o exercício da cidadania plena. Para isso, saber conviver, na escola e fora dela, é fator fundamental para sermos cidadãos, numa sociedade que se pretende justa e democrática.
Referências
ALMEIDA, M. E. B. T. M. P. O computador na escola: contextualizando a formação de professores. Tese de Doutoramento. Programa de Pós-Graduação em Educação: Currículo. Pontifícia iversidade Católica de São Paulo, 2000.
BEAUDOIN, M. N. & TAYLOR, M. Bullying e desrespeito: como acabar com essa cultura na escola. Porto Alegre: Artmed, 2006.
BRASIL. Comitê Nacional de Educação em Direitos Humanos. Plano Nacional de Educação em Direitos Humanos. Brasília: Secretaria Especial dos Direitos Humanos; Ministério da Educação, 2003.
BRASIL. Presidência da República Federativa. Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília: Casa Civil, 1988.
CAMACHO, L. I. Violência e indisciplina nas práticas escolares dos adolescentes. Tese de Doutoramento. Programa de Pós-Graduação da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo, 2000.
CANDAU, V. Escola e violência. Rio de Janeiro: DP&A Editora, 1999.
CARDIA, N. Violência urbana e a escola. Revista contemporaneidade e educação. Rio de Janeiro, IEC 2, p.26-69, 1997.
DREYER, D. A brincadeira que não tem graça. Portal Educacional: 2005. Disponível em: http://www.educacional.com. br/. [Acesso em abril de 2008].
FANTE, C. Fenômeno bullying: como prevenir a violência nas escolas e educar para a paz. 2. ed. Campinas, SP: Versus Editora, 2005.
FREIRE, P. Pedagogia da autonomia: Saberes necessários à prática educativa. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1996.
GONÇALVES, L. A. & SPOSITO, M. P. Iniciativas públicas de redução da violência escolar no Brasil. Cad Pesqui, 2002.
JAPIASSU, H & MARCONDES, D. Dicionário básico da filosofia. 2ª. Ed. Rio de Janeiro: Zahar, 1993.
MACHADO, J. R. & TIJIBOY, A. V. Redes sociais virtuais: um espaço para efetivação da aprendizagem cooperativa. Novas Tecnologias na Educação. CINTED-UFRGS. v. 3, n. 1, maio, 2005.
MORAN, J. M. Mudanças na comunicação pessoal: gerenciamento integrado da comunicação pessoal, social e tecnológica. São Paulo: Paulinas, 1998.
NETO, A.A. L. Bullying: comportamento agressivo entre estudantes. Jornal de Pediatria Online. Vol. 81, nº 5 (supl.), p. 164-172, 2005. Disponível em: http://www.jped.com.br [Acesso em abril de 2008]
OLWEUS, D. Bullying at school. Cambrigde, MA: Blackwell, 1993.
RHEINGOLD, H. La comunidad virtual: uma sociedade sin fronteiras. Gedisa Editoral. Colección Limites de La Ciência: Barcelona, 1996.
UNESCO. Abrindo espaços: educação e cultura para a paz. Brasília: Unesco, 2001.
Escrito por prof.jaysonmsilva às 10h53
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ARTIGO NA REVISTA PRESENTE! EDUCAÇÃO
Saudações a todos(as)!!!
Na última edição de número 61 da Revista Presente! Educação, foi publicado artigo de minha autoria sobre o projeto realizado acerca das práticas de bullying, visando o combate e a conscientização através de intervenções pedagógicas.
Estamos muito satisfeitos em poder contribuir em vários cantos do nosso país, com as lições de cidadania e direitos humanos, que tiveram início num certo dia do ano de 2006, naquela escola da rede estadual de ensino de São Paulo.
Leiam, comentem, proponham debates, aproveitem!!!
Jayson Magno da Silva
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Ano XVI nº 61 Salvador, jun / ago 2008
............................................................... Entrevista "O primeiro passo é cuidar do Professor" Pedro Demo
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Artigos
Estresse e Saúde no trabalho docente Tânia Maria de Araújo
dá visibilidade às relações que se tecem entre o processo de trabalho, as práticas pedagógicas postas em ação no cotidiano escolar e o processo de desgaste físico e mental dos trabalhadores em educação, especialmente o estresse ocupacional.
Quando trabalhar na escola produz saúde Maria Elizabeth Barros, Dorotéia Carlini Zorzal, Fernanda Silva de Almeida, Roberta Zacché Iglesias e Vivian Gomes V. de Abreu
apresentam uma experiência vivenciada numa escola municipal da rede de ensino da cidade de Vitória, partindo do princípio de que o cotidiano escolar não produz apenas sofrimento e dor mas também prazer e saúde - novas formas de vida..
Escolas hospitalares como espaços de intervenção e de pesquisa Alessandra Barros
conceitua e dá um breve panorama da extensão e alcance da Classe Hospitalar no Brasil e na América Latina, defendendo mais pesquisas problematizadoras em torno desse campo do conhecimento, para que essas reflitam efetivamente no atendimento prestado a crianças e adolescentes internados.
Recuperação das dimensões lúdica e estética - reinvenção da escola Roberto Sanches Rabêllo
advoga em defesa do professor, vítima da pressão e da expectativa sociais em torno do seu trabalho, argumentando a favor de uma formação sólida, que possibilite a vivência lúdica e o exercício da sensibilização estética, para uma compreensão mais integral da vida e do ser professor.
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O X da Questão Bom professor: como tornar-se um? Na coletividade, a inteireza do professor Heloísa Tourinho Monteiro e Marlene Oliveira dos Santos Interligação de Saberes - uma nova ética na formação de professores Ivani Fazenda
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Tertúlia com... Palavra e profecia Miguel Martins Filho
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Refletindo o fazer Escola sem bullying: ressignificando as relações humanas Jayson Magno da Silva
fala da sensibilização e mobilização de professores, alunos, gestores e comunidade de uma escola da rede estadual de São Paulo em torno da elaboração e execução do projeto Lições de cidadania e direitos humanos: escola sem bullying.
.................................................................................................... Da importância da formação digital de professores Bruno Olivatto, Francisca Nery e Maria Ornélia Marques
analisam, num projeto de formação tecnológica/educacional, as transformações atitudinais/formativas, sobretudo na percepção individual em relação à autoconfiança no uso do computador e à autoconfiança para ensinar, em um grupo de professores de escolas comunitárias da periferia de Salvador.
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Editorial De corpo e alma
Objetivo principal do CEAP, a formação continuada dos professores traduz-se pela incessante busca de valorização dos profissionais da educação e, conseqüentemente, do enriquecimento do processo ensino-aprendizagem. Assim sendo, coragem e ousadia não podem faltar; espírito de serviço também não. E foi assim que, tomados por esses sentimentos, nos lançamos em empreitada inédita: construir um projeto de formação tecnológica educacional com um grupo de professores de escolas comunitárias da periferia de Salvador-BA. O medo de realizar algo nunca antes feito por nós fez-se sentir, mas a vontade de nos desafiar prevaleceu. Os impactos produzidos na vida dos participantes desse projeto podem ser conhecidos no artigo Da importância da formação digital de professores. É de fato como esse que advém a força da nossa instituição; a robustez do nosso trabalho. Acreditamos na inegável capacidade inventiva do educador. Temos convicção de que “uma formação sólida passa pelo domínio das novas ferramentas de construção de conhecimento e de aprendizagem, assumindo a tecnologia na perspectiva de expressão da cultura contemporânea”. Não obstante, reconhecemos a importância e a necessidade premente de investimento numa formação que – nas palavras do nosso articulista Roberto Rabêllo – possibilite a vivência lúdica e o exercício da sensibilização estética, para uma compreensão mais integral da vida e do ser professor. Afinal, como bem asseguram as autoras do artigo Quando trabalhar na escola produz saúde, questões como o sucateamento do ensino público e desvalorização da atividade docente têm constituído, hoje, um quadro da educação brasileira, mas a educação não pode ser reduzida a elas. A educação em que acreditamos e pela qual lutamos, portanto, não se rende a essas condições aviltantes. No entanto, contraditoriamente, tais condições, muitas vezes, inviabilizam os planos do professor, tornam acanhadas suas ações, simplistas seus objetivos, fazendo-os descrer de si mesmos. E a isso não se pode fechar os olhos. Os profissionais da educação que se juntam a nós nesta edição fazem coro ao afirmar que é preciso cuidar do professor, no mesmo tempo que tira dos seus ombros a responsabilidade de educar em completa solidão. Sabem que tamanha responsabilidade reflete na sua saúde e auto-estima e, por conseguinte, no seu desempenho profissional e na aprendizagem do aluno – prejuízo para uma sociedade inteira que aposta no preparo exigente dessa geração para a condução do Brasil nas próximas décadas. Não podemos negar que estamos diante de um quadro desalentador, porém animemos uns aos outros e, em Tertúlia com..., inspirados por Pe. Antônio Vieira – quatrocentos anos de repúdio às iniqüidades -, bebamos da sua sabedoria. Sim! Tornemo-nos, cada vez mais, homens e mulheres conhecedores de sua história, pesquisadores de sua prática, apaixonados pelo que fazem. Assumamos uma posição política que desnaturaliza a realidade vivida e apostemos na transformação das práticas estabelecidas. Potencializando práticas concretas de ação – nos sugere Maria Elizabeth Barros -, forjaremos a criação de novos mundos, de outros modos de vida-trabalho. Aqui, persistimos na nossa caminhada, celebrando talentos, como o artista baiano Menelaw Sete (autor da pintura Dualidade, estampada em nossa capa); agradecendo presenças, como a longa e fértil parceria com Luis Augusto, autor das tiras do Fala Menino, que hoje cede espaço para o cartunista Nildão, a quem damos as boas-vindas; contando com o seu apoio, leitor, alegria que não pode nos faltar.
A equipe
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CEAP - Centro de Estudos e Assessoria Pedagógica Av. Leovigildo Filgueiras, 683 - Garcia CEP 40.100-000 Salvador – Bahia Tels: (71) 328-3784 / 3783 http://www.ceap.org.br/ |
Escrito por prof.jaysonmsilva às 13h55
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ENTREVISTA - SBT
Aos 04 de outubro de 2007, gravamos uma entrevista/reportagem para a emissora de televisão SBT, falando sobre nosso trabalho.
Na ocasião, professores e alunos, foram entrevistados pela equipe de jornalismo daquela emissora.
Mais uma etapa do nosso projeto...


OBS.: Os vídeos da entrevista e o making off serão disponibilizados em breve.
Escrito por prof.jaysonmsilva às 07h19
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ATENÇÃO
Material da palestra e outras indicações
Não será possível disponibilizar o material da palestra no blog.
Sendo assim, solicitamos que os interessados enviem um e-mail para jaysonmagnodasilva@yahoo.com.br, que providenciaremos imediatamente.
Gratos. Desculpem-nos pelo transtorno.
Jayson e Simone
Escrito por prof.jaysonmsilva às 16h07
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VISITA DA SECRETÁRIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO
Um dia após nossa palestra acontecer no auditório da CENP, recebemos a Excelentíssima Senhora Secretária de Estado da Educação, Maria Lúcia Vasconcelos, na nossa escola.
Na ocasião, os professores do projeto, e alguns alunos e algumas alunas, que representavam todo o grupo, foram parabenizados pela iniciativa.
Estavam presentes, entre outras autoridades, o Dirigente Regional de Ensino da Diretoria Norte 1, Prof. Michel, e a Supervisora de Ensino, Profa. Ivete.
 
Os professores Jayson e Simone, e os alunos e as alunas, conversam com a Secretária, sobre o projeto.

Após recebermos os cumprimentos, a Secretária se despede, desejando sucesso e nos parabenizando por nosso trabalho.
Escrito por prof.jaysonmsilva às 14h33
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ESCOLA SEM BULLYING: Re-Significando as Relações Humanas
Tema da nossa palestra, que exprimiu tudo aquilo que conseguimos alcançar em nosso trabalho, com os alunos e as alunas.
Eu, Jayson Magno da Silva, e a Simone Marques Martins, professores da EE Walfredo Arantes Caldas, responsáveis pelo projeto e autores da palestra, sob título em tela, queremos agradecer a presença e participação de todos, e em especial, dos nossos alunos e nossas alunas, que não mediram esforços para que esse trabalho acontecesse.
Estamos muito gratos por tudo.
Nosso muito OBRIGADO!!!!

Da esq. para dir.: Prof. Luiz (Oficina Pedagógica), Profa. Ivete (Supervisora de Ensino), Profa. Simone (Palestrante) e Prof. Jayson (Palestrante), no momento da abertura da Palestra.
  
O início dos nossos trabalhos: Dinâmica com os professores, coordenadores, técnicos, especialistas da educação e convidados.
 
Profa. Simone: Apresentando os vídeos intitulados "Escola da Vida", "Um Grande Garoto" e "Tiros em Columbine", para sensibilizar a platéia acerca do tema da palestra.
 
Prof. Jayson: Falando acerca das teorias sobre as práticas de bullying, e a respeito do projeto em ação.
 
Profs. Jayson e Simone: Respondendo perguntas da platéia no término das apresentações.

Mural montado na recepção do auditório onde aconteceu a palestra.
Escrito por prof.jaysonmsilva às 14h02
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PALESTRA - ESCOLA SEM BULLYING: Re-Significando as Relações Humanas
Estamos de volta!!!
Mais uma etapa no nosso trabalho........ resultado de nossos esforços e conquistas.
Em 25/05, próxima sexta-feira, eu e a Profa. Simone Marques Martins, iremos ministrar a palestra, sob o tema "ESCOLA SEM BULLYING: Re-Significando as Relações Humanas".
Na palestra, iremos falar sobre o fenômeno bullying e todos os aspectos que o envolvem, e finalizaremos contanto o que fizemos na nossa escola, através do projeto pedagógico, título desse blog, para combater as práticas de bullying no cotidiano de nossas salas de aula.
O evento se realizará no auditório da Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas (CENP), R. João Ramalho, 1546 - Perdizes, a partir das 13h, e será fechado, somente para professores, técnicos, especialistas da educação, e convidados.
Grato. Atenciosamente,
JAYSON MAGNO DA SILVA - Professor e Responsável pelo projeto
Escrito por prof.jaysonmsilva às 10h23
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MAKING OFF: Produção de dvd
Olá a todos!!!
No último dia 16/05, quarta-feira, produzimos um dvd com os depoimentos de alguns dos alunos que participaram do projeto.
Tal dvd será exibido na ocasião da palestra que será ministrada por mim, e a Profa. Simone Marques Martins, no próximo dia 25/05.
Segue algumas fotos desse trabalho.
JAYSON MAGNO DA SILVA - Professor e Responsável pelo projeto

ELISÂNGELA (aluna): Falando sobre a importância desse trabalho para a escola e para a vida.

JÉSSICA (aluna): Tentando descontrair o nervosismo antes da gravação.

Prof. Emerson (Coordenador Pedagógico, à esq.), Profa. Simone: Orientando as alunas Karla, Jéssica e Mônica minutos antes da gravação.

Prof. Dionízio (Coordenador Pedagógico): Falando sobre a relevância do projeto para a escola, e para a educação.
Escrito por prof.jaysonmsilva às 10h14
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2007: Ano Novo e o projeto continua...
Olá a todos!!!!!!!!
Ano Novo, muito trabalho........ 2007 está prometendo....... Depois de tantas coisas que realizamos no ano passado, nosso projeto tem nos dado muita notoriedade e estamos cada dia mais conhecidos e reconhecidos por tudo que fizemos.
Quero aproveitar a oportunidade para parabenizar a todos pela belíssima reportagem que saiu sobre nosso projeto no Diário Oficial do Estado de São Paulo (dia 28/03/07, Executivo II, Seção II, páginas II e III). Algumas fotos da matéria estarão disponíveis logo abaixo, é só conferir. Para ler a matéria na íntegra acesse os links ao lado.
Comunico também que em 12/03 passado, estive numa reunião com os Supervisores de Ensino e a Dirigente Regional de Ensino, da D.E. Norte 1, para falar sobre nosso projeto, e fomos convidados a ministrar uma Orientação Técnica, na mesma Diretoria, para os professores da regional. Assim, estou preparando, junto com a Profa. Simone Marques Martins, nossa apresentação, que a princípio, está prevista para maio próximo. Então, os professores que estão interessados e têm entrado em contato conosco, aguardem!!!
Muito obrigado a todos, e em especial a Maria Lúcia Zanelli, Editora da Imprensa Oficial, pela qualidade da reportagem e a gentileza com que conduziu esse trabalho.
Até breve
JAYSON MAGNO DA SILVA
Professor e Responsável pelo projeto

Diário Oficial do Estado de São Paulo: primeira página..... o dia em que foi publicada a reportagem.

O Projeto: duas páginas trazendo informações sobre toda a trajetória do nosso trabalho.

Gênero feminino: as práticas de bullying no detalhe.
Escrito por prof.jaysonmsilva às 13h06
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REVENDO PERCUSOS: Caminhos trilhados por nós, no 2o. semestre de 2006
Olá a todos!!!
Queremos deixar aqui nossos agradecimentos pelo empenho e dedicação de todos nesse trabalho, e dizer mais uma vez, que estamos orgulhosos pelos excelentes resultados alcançados.
Cada momento foi especial para todos nós, onde pudemos experienciar coisas novas, compartilhar experiências, angústias, conhecimentos... Cada registro, que encontramos nesse blog, e também no site orkut, revela um pouquinho de tudo que vivemos... Inesquecível!!!
Esperamos que todos esses conhecimentos construídos, sirvam para as nossas vidas, docentes e alunos, e que daqui em diante, possamos compartilhar com outras pessoas tudo o que vivemos e aprendemos nas realizações do nosso projeto no espaço escolar.
NOTA 10 pra todos nós!!!
Um grande e afetuoso abraço.
Prof. Jayson Magno da Silva (Responsável pelo projeto e Mediador das atividades virtuais - Matemática)
Profa. Simone Marques Martins (Responsável pelo projeto e Mediadora das atividades virtuais - Língua Inglesa)
Prof. Edmilson da Silva (Docente Colaborador - Filosofia)
Profa. Rosangela Borin (Docente Colaboradora - Geografia)
Profa. Zilnete Nery (Docente Colaboradora - Geografia)
Categoria: Educação
Escrito por prof.jaysonmsilva às 14h43
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ÚLTIMOS REGISTROS: Alguns momentos no final das atividades do nosso projeto
Saudações a todos!!!
Depois de muito trabalho, tantos estudos, tantas pesquisas, tantos debates acalorados, tantos momentos marcados por reflexões profundas e trocas de experiências, seguem alguns registros de momentos de descontração entre os docentes responsáveis pelo projeto e alguns alunos das turmas envolvidas nas atividades.
Prof. Jayson Magno da Silva
Responsável pelo projeto e Mediador das atividades virtuais

Alunas do 1L: Momento de descontração

Agora do outro lado..... vira!!!!!

Profa. Simone com a turma do 1L

Prof. Jayson e Profa. Simone com as turmas do 1M e 1N

Prof. Jayson com as alunas Adriana e Mônica do 1M

Prof. Jayson e Profa. Simone com alguns alunos do 1M e Raquel (ao celular), aluna do EJA num momento “Robert”

Adriana, Mônica e Edlincoll: alunos do 1M

Alunos do 1M: Edlincoll, Mônica, Ricardo e Adriana
Escrito por prof.jaysonmsilva às 13h01
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MURAL DO PROJETO: Compartilhando um pouco do nosso trabalho com a comunidade escolar
Saudações a todos!!!
Nos dias 16 e 17/11, preparamos um mural sobre as temáticas estudadas no nosso projeto.
Conforme vocês poderão ver nas fotos abaixo, os alunos trabalharam com carinho e dedicação, para concluir mais essa etapa do nosso trabalho, e poder compartilhar um pouco dele com a comunidade escolar.
Algumas fotos do mural também estão disponíveis a seguir.
Vale ressaltar, a exposição será aberta em 21 de novembro próximo, e permanecerá em nossa escola até o final do ano letivo de 2006.
Profs. Jayson Magno da Silva e Simone Marques Martins
Responsáveis pelo Projeto e Mediadores das atividades virtuais
A MONTAGEM DO MURAL

Momento de descontração durante a execução da montagem do mural.

Alunas do 1L: Carinho com os trabalhos dos colegas.

Dedicação no trabalho em busca de qualidade.
O MURAL DO PROJETO

Espaço I: Conceitos de bullying.

Espaço II: Orientação sexual e bullying.

Espaço III: Pluralidade Cultural e bullying.

Espaço IV: Racismo e bullying.

Espaço V: O bullying nas mídias.


Espaço VI: Como evitar e combater o bullying.
Escrito por prof.jaysonmsilva às 14h21
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HTPC: Apresentação do projeto aos docentes da escola
Olá a todos!!!
Em 16 de novembro último, a convite do Professor Coordenador Pedagógico, Antônio Luiz Dionízio, apresentamos nosso projeto aos docentes da nossa escola.
Num primeiro momento, compartilhamos nossos objetivos, justificativa, metodologia, encaminhamentos, idéias, resultados, perspectivas para o próximo ano letivo de 2007, entre outros, no que diz respeito ao nosso projeto.
Já num segundo momento, convidamos os docentes a navegar pelos nossos blog e comunidade virtual do projeto no orkut.
Notamos o despertar de interesses em relação ao nosso trabalho. por parte de alguns docentes, que manifestaram a necessidade de abordar essa temática em outros períodos e com os demais alunos da escola.
A seguir, vocês poderão ver algumas fotos desse momento, em horário de trabalho pedagógico coletivo (htpc).
Profs. Jayson Magno da Silva e Simone Marques Martins
Responsáveis pelo Projeto e Mediadores das atividades virtuais

Prof. Jayson (no fundo): Durante a apresentação, pontuando algumas considerações.

Docentes da escola no momento da apresentação.

Profa. Simone (em pé no fundo): Tecendo comentários sobre nosso trabalho.

Prof. Dionízio - Coordendor Pedagógico (sentado, à direita): Encerrando as atividades do HTPC.
Escrito por prof.jaysonmsilva às 13h39
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ORKUT: Mais algumas aulas na Sala de Informática
Saudações a todos!!!
Na última semana, realizamos mais algumas atividades na comunidade virtual do projeto no Orkut, na Sala de Informática da nossa escola.
Nós professores, e também o Coordenador Pedagógico, Prof. Antonio Luiz Dionizio, estamos muito felizes e orgulhosos por ver o desempenho e o envolvimento de todos vocês.
A seguir, disponibilizamos mais algumas fotos das atividades em tela.
Prof. Jayson Magno da Silva
Responsável pelo projeto e Mediador das atividades virtuais
ÁLBUM VIRTUAL DE FOTOS

Alunas do 1L: Momento de concentração nas atividades no orkut.

Rodrigo (a esquerda), Danilo (centro), Flaviano (direita): Realizando as atividades com entusiasmo.

Alunas do 1L: Interagindo em nossa comunidade virtual do projeto.

Bruna (na frente): Navegando na comunidade do projeto.

Alunas do 1L: Uma pausa para foto...

Turma do 1L: Atividades virtuais na Sala de Informática.
Escrito por prof.jaysonmsilva às 11h49
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